História do DISC

A avaliação DISC é uma ferramenta desenvolvida pelo Dr. Walter Vernon Clarke nos anos 70, baseada nos estudos do perfil DISC conduzidos por William Moulton Marston, um renomado pesquisador da Universidade de Harvard, cujo trabalho é destacado em seu livro “As Emoções das Pessoas Normais“.

William Marston deixou um legado significativo para o mundo. Como um profissional cosmopolita e multidisciplinar, ele era advogado, psicólogo, artista e inventor. Ele é reconhecido como o criador do polígrafo, uma ferramenta utilizada até hoje no campo forense, além de ser o criador da icônica personagem Mulher Maravilha.

Em 1928, Marston publicou “As Emoções das Pessoas Normais”, onde apresentou sua teoria DISC. Essa teoria classifica as pessoas com base em dois eixos: atividade versus passividade e ambiente favorável versus antagonista. Assim, as pessoas são categorizadas em quatro quadrantes:

Dominância

Ativa num ambiente antagonista.

Influência

Ativa num ambiente favorável.

Estabilidade

Passiva num ambiente favorável.

Conformidade

Passiva num ambiente antagonista.

Marston estava muito à frente do seu tempo; então, esses estudos foram inicialmente desconsiderados. Porém, serviram como alicerce para que, décadas mais tarde, o Dr. Walter Vernon Clarke refinasse seus conceitos e desenvolvesse uma ferramenta de avaliação para classificar as pessoas em diferentes categorias. Posteriormente, o Prof. Dr. John G. Geier aprimorou essa ferramenta, transformando-a no teste amplamente reconhecido atualmente.

Atualmente, o DISC é uma das ferramentas mais utilizadas no mundo para avaliar perfis comportamentais, aplicada em mais de 50 milhões de pessoas e em mais de 75 países.